sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Meu primo tinha razão: festa de adultos são um saco!

Sempre tem aquela tia perguntando como você tá na faculdade, se já está trabalhando ou se já tem um namorado (e se tem, se planeja se casar). Ou aquele fulano que é amigo do seu tio, parente da sua tia, casado com sua prima, que aparece de vez em nunca e pergunta as mesmas coisas que a cobra da sua tia. Fofoca pra lá, fofoca pra lá. Francamente não tenho paciência e, honestamente, tenho vontade de mandar todo mundo pra p*ta que p*riu! A comida nem sempre é boa. Eu tenho que aguentar aquele porre de gente perguntando porque eu como mais frango do que aquele bife sangrando que meu tio trouxe e ainda pensam que virei vegetariana só porque "não quero comer isso". Tenho que aguentar aquele bando de gente falsa, tóxica e que nem lembram meu nome sugando minhas energias, meu tempo e ainda tenho que "gastar" meus ouvidos ouvindo baboseira de time de futebol, de política, "aquela fulana é uma vaca e aquele ciclano é um vacilão", "você deveria ir na igreja, ser abençoada por Deus! Isso que você acredita não é verdade" (e repete isso 100 vezes)... AH, QUE VONTADE DE MANDAR AQUELAS GENTALHAS PRO INFERNO! Parece uma competição frenética de ego ou quem é mais hipócrita (acho que dá empate, viu?). Resumindo: festa de "família" (entre muitas aspas) é um porre, né? Tá parecendo um chorume de comentários, estilo Facebook, ali. Talvez pior que "o grupo de família" do WhatsApp?

Mas por quê eu acabo indo (de vez em nunca, mas vou)?
Primeiro porque sou obrigada. Ás vezes esgoto minhas desculpas pra NÃO ir. Não faço questão.
Porém, sempre tem aquela avó fofa e aquela tia que te chama pelo nome, que não pergunta como tô na faculdade ou se já arrumei um emprego, que sempre tem assunto bom pra compartilhar, aquela dica de filminho... Aquele primo bacana que sempre te conta as piadas melhor que o tio do pavê, mesmo sendo sem graças, você ainda ri. Aquele namorado da sua prima, que te mostra memes, troca de música contigo e dá risada de coisa idiota que passa na TV. Aquela sua prima, é praticamente sua irmã de mãe diferente, que troca umas ideias loucas contigo e fica horas e horas falando disso.
Apesar dos apesares, continuo seleta com pessoas e com seus ambientes. Não me interessa se são do mesmo sangue que eu. Ninguém, dos que dizem "sentirem minha falta mas só perguntam da minha vida pra fofocar", sente minha falta, apesar de dizerem ao contrário. Tô indiferente ali.

Meu primo estava certo! 
Quando éramos mais novos, vivia dizendo que festa de adulto é só conversa chata e que não acrescentava em nada. Sempre me ensinaram os "valores da família" (ou que acreditava que era) e não compreendia o que ele queria dizer... Mas de uns bons anos pra cá, percebi o quão certo ele estava em não aparecer toda vez que tinha reunião ou festa de "família". Aos poucos, muita gente teve a mesma sensação e também vazou. Estou fazendo o mesmo e sinceramente... ESTOU FELIZ COM MINHA DECISÃO! Posso aparecer de vez em quando, só pra cumprir "papel de filha de fulano", mas fico longe da mesa principal.

Gostaria de ser adolescente e estar escrevendo isso com mais chilique, mas já sou adulta também. Pareço só uma velha reclamando, mas uma velha reclamando dos... Velhos ou nem tão velhos assim.

Parece mais com um desabafo qualquer? Imagine! Isso acontece nas melhores... Famílias.

Nota: tentando escrever coisas legais sem fazer textão, usando meu cotidiano pra escrever pequenos posts. Tenho colocado esses "alertas" pra evitar um certo desentendimento, pois normalmente coloco algum tipo de piada, indignação ou ironia... Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência... Mas de vez em quando pode rolar uns lances muito loucos xD

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Se reinventar e não cair no mesmo

Mudanças sempre causam turbulência. Talvez uma guerra? Talvez.
O ponto em comum é que todas as mudanças passam por estranhamentos, por questionamentos, turbulências...
A gente se habitua com o novo, mas parece que ainda sentimos que "já passamos por isso" mesmo que o momento seja totalmente novo ou diferente. Vocês não?


Passamos por batalhas, sejam elas travadas com nós mesmos ou por um bem maior. Todos temos nossas próprias batalhas internas e externas todos os dias. Acordar cedo, um simples ato de sair de casa, ver pessoas, sentir o movimento, aturar aquele colega chato do trabalho, encontrar a pessoa amada, pensar em como sobreviver o dia de amanhã... Talvez entrar em uma aula de kung-fu ou culinária parece ser uma boa ideia pra quebrar a rotina chata ou ir naquele protesto contra aquele que rouba da nossa grana dos impostos todos os dias. Enfim, procuramos nos reinventar, procuramos sair um pouco do normal, do nosso normal. Continuamos sendo nós mesmos, mas procurado alguma forma de não cair no mesmo ciclo.

Tem dias que pareço um hamster andando na rodinha da gaiola... Mas uma hora eu canso e procuro outras formas de me entreter, dentro de como dá. De vez em quando abro o blog e simplesmente me dá vontade de escrever. Outras vezes pego meus cadernos, vazios e dou um jeito de preenchê-los com algo. Uma hora invento alguma receita que dá na telha pro almoço ou faço o mesmo macarrão de atum com azeite e orégano, mesmo que em um dia ele não esteja tão bom, tiro o orégano e fica algo "novo" e mesmo assim, delicioso. Volto a jogar Fire Emblem Heroes. Abro o LinePlay. Vivo nesse ciclo até a notificação do email apitar pra ver se é um spam ou ao menos uma resposta do RH (as contas de casa não se pagam sozinhas, né?). Ás vezes faço ao contrário: checo email, como, depois jogo alguma coisa... Aí quebro a rotina fazendo algo diferente, saindo de casa, pegando um ônibus e indo pro centro. Aproveito quando algum amigo tá no pique de fazer algo e vou junto, nem que seja pra comer uma besteira e rir.

Mas depois, volto a minha rotina normal. E lá vou eu novamente, procurando algo novo, me reinventando pra não cair novamente no mesmo ciclo de tédio, na mesmice. Talvez esse mesmo tipo de postagem sirva também pra não repetir os mesmos diários de sempre.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

As coisas que odeio na blogosfera

Blogosfera! Meu coração por ti bate, feito carrinho de bate-bate! 

Desde 2002 (praticamente 2003), quando descobri a internet, sempre foi um divisor de águas na minha vida. Aqueles sites que antes era só digitar um "www" e descobertas no Google mudaram muito os meus hábitos de navegar pelas águas oceânicas das interwebs. Abrir páginas e descobrir mil universos dentro de um universo.

MAS!

Nem sempre o mar está para peixe ou o universo está para os ETs, não é mesmo? Sempre tem aquela ondinha miserável que me faz querer arrancar os cabelos, me questionando "P O R Q U Ê?!".
Hoje, marujos e astronautas, essa pirata cósmica que vos fala irá abrir seu coração, justamente pra falar o que mais abomino na blogosfera! Nem tudo são flores, meus caros! Então venham comigo desbravar essas péssimas ondas que estão por vir.
Por incrível que pareça (e pode não parecer muito), mas é cada "facepalm" que a gente dá, mesmo já tendo bons anos neste mundo...

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Chega uma hora que a gente se habitua com apps e tecnologias novas

Eu amo tecnologia e inovações. Isso não é novidade alguma. Gosto de coisas que facilitem a minha vida no mundo virtual porque, afinal, acabamos dividindo nossas vidas com nossos aparelhos tecnológicos. Sem contar com os inúmeros apps que acabamos baixando nos stores da vida, afim de querer testar tudo.

No entanto, têm coisas que, sinceramente, ao invés de eu mesma facilitar pra mim, acabo complicando.

Por exemplo: não gosto do Facebook (não como antes), apesar que tenho o meu desde 2009. Não me levem a mal, ele é ótimo! O único porém é que minha timeline tá bem inundada de postagens egocêntricas e cheias de ideologias pregadas de forma errada, isso quando não é postagem negativa de indireta ou fiscal do gosto alheio (me poupe!), isso me fez consumir bem menos e meus "compartilhar" alheios que antes eram frequentes (quase floods) caíram drasticamente. De vez em quando, precisava entrar pra ver o grupo da faculdade, conversar com colegas sobre um determinado assunto da faculdade... Era agonizante. Nunca tinha baixado o app do Facebook (nunca tive vontade também) e sempre entrava pelo navegador ou clicando em "ver perfil" da pessoa pelo Messenger. Eu fazia cada malabarismo... Até perceber que só perdia meu tempo. Me relutei, porém, por ventura, achei o Facebook Lite (uma versão mais leve). É mais simples que seu irmão Facebook e com menos recursos, mas é o suficiente para uma usuária como eu! Achei perfeito e me rendi à ele.
Nota: Uma dica pra vocês que não curtem o Messenger habitual, tem a versão Lite também (o único contra é se você curte mandar áudio, pois não há essa opção no momento).
Ou seja, tive que me habituar a um app novo, mas foi bem menos pior do que pensei. Continuei com minha vida normalmente, com meus joguinhos, meus editores de fotos e por aí vai. Só de vez em quando eu realmente lembrava que o app estava ali (isso quando não notificava que "fulano me marcou em um comentário").

Um ponto que me levou à fundo a escrever esse post é porque um dos apps que mais usava vai deixar de funcionar: o Groups.